quinta-feira, 11 de junho de 2026, às 17:59h.
Secretário Cleverson Siewert demonstrou como o Governo de SC combinou equilíbrio fiscal e investimentos históricos nos últimos três anos

Fotos: Intex50, Divulgação
O ambiente favorável aos negócios, os incentivos ao setor produtivo e os resultados de uma gestão pública pautada pela responsabilidade fiscal estiveram no centro das discussões do Intex50 2026 – Fórum de Inteligência Executiva, realizado na tarde desta quinta-feira, 11, em Iomerê, no Meio-Oeste catarinense. Organizado por lideranças empresariais da região, o encontro reuniu empreendedores e executivos de todo o Estado.
Convidado a abrir o debate sobre as perspectivas de Santa Catarina no cenário macroeconômico, o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, compartilhou indicadores socioeconômicos e exemplos concretos que demonstram como a gestão do governador Jorginho Mello contribui para o Estado ser referência nacional em desenvolvimento econômico, geração de empregos e atração de investimentos.
Em uma mensagem de estímulo ao setor produtivo, o secretário defendeu que a combinação entre o equilíbrio das contas públicas, investimentos estruturantes, segurança jurídica e apoio ao empreendedorismo é indispensável para impulsionar o protagonismo e a competitividade de Santa Catarina.
"Somos um Estado associativista, liberal na economia e que tem na geração de emprego e renda sua maior força. O governador Jorginho Mello reconhece essas características e acredita na parceria entre o mundo público e a iniciativa privada. Quando esses fatores são acompanhados de uma gestão responsável e comprometida com resultados, criam-se as condições para que Santa Catarina siga avançando e gerando oportunidades para todos que vivem aqui", reforçou o secretário.

Investimentos históricos
Ao detalhar os resultados da gestão estadual, o secretário Cleverson Siewert destacou que o Governo de Santa Catarina destinou R$ 5,9 bilhões para obras e políticas públicas em 2025. Trata-se de um crescimento de 34% comparado a 2024 (R$ 1,5 bilhão a mais). Somados os três primeiros anos da gestão, os investimentos chegam a R$ 13,2 bilhões.
Em valores atualizados para os dias de hoje e considerando mais de dois séculos de história de Santa Catarina, a administração do governador Jorginho Mello investiu praticamente o dobro do valor aplicado pelos governos anteriores se comparados os três primeiros anos de cada gestão.
A exposição também abordou a importância das medidas de incentivo ao setor produtivo na atração de novos empreendimentos e na expansão dos negócios já instalados em Santa Catarina. Siewert apresentou resultados de programas como o Prodec, o Pró-Emprego e o TTD 489, que juntos viabilizaram mais de R$ 32 bilhões em investimentos privados desde 2023, com previsão de geração de 118 mil empregos em Santa Catarina nos próximos anos.
"O setor privado responde quando encontra um ambiente de confiança. Nosso papel é garantir segurança jurídica, previsibilidade e condições para que as empresas continuem investindo, inovando e gerando oportunidades em todas as regiões do Estado", afirmou o secretário.

Projetos estruturantes
Projetos estruturantes, que estão transformando a infraestrutura de Santa Catarina e preparando o Estado para novos saltos de desenvolvimento, também estiveram em pauta. Só o programa Estrada Boa recebeu R$ 3,2 bilhões para a malha viária catarinense ao longo do ano passado. Hoje, cerca de 90% das rodovias estaduais estão recuperadas, com situação considerada boa ou ótima — pouco mais de 26% das rodovias catarinenses estavam em ótimas ou boas condições em 2023.
Entre outros exemplos, Cleverson Siewert destacou o projeto da Via Mar (rodovia paralela à BR-101), atualmente em fase de lançamento de edital, além do túnel submerso entre Itajaí e Navegantes e dos trabalhos de aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga. A obra no Norte do Estado permitirá a chegada dos maiores navios do mundo e poderá atrair cerca de R$ 10 bilhões em investimentos privados, além de gerar R$ 15 bilhões em movimentação econômica adicional em apenas um ano.
Para Siewert, investimentos desse porte não apenas solucionam gargalos logísticos históricos, mas também criam as condições para o surgimento de novas cadeias produtivas e matrizes econômicas capazes de ampliar a competitividade catarinense nas próximas décadas.
"Infraestrutura não é apenas mobilidade e logística. É também a base para atrair novos negócios, impulsionar setores emergentes e permitir que Santa Catarina amplie sua matriz econômica com mais inovação, tecnologia e competitividade", analisou.
A programação também teve participação do economista Paulo Molinari, da conselheira independente Monika Hufenüssler Conrads e do diretor-presidente da Aurora Coop, Neivor Cantor, além do economista, cientista político e diplomata Marcos Troyjo.
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